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Cirurgia de vesícula (colecistectomia)

Pedra ou pólipo na vesícula? Tire suas principais dúvidas sobre a cirurgia de retirada da vesícula biliar!

Não aguenta mais problemas com a vesícula?

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Para o tratamento de colelitíase ("cálculo" ou "pedra" de vesícula) ou pólipo, muitas vezes é necessária a remoção da vesícula biliar. A técnica minimamente invasiva via laparoscopia permite menor dor pós-operatória, alta precoce e retorno mais rápido às atividades diárias.

Nem todo caso precisa de cirurgia. Hoje, protocolos determinam aqueles pacientes que devem ser submetidos ao procedimento e quais pacientes podem não operar. 

Isso deve ser avaliado caso-a-caso em consulta médica especializada, com um cirurgião atualizado e focado em prover o melhor tratamento ao paciente, e não necessariamente indicar cirurgia para todos.

Quer saber se você precisa operar? Marque uma consulta, e iremos avaliar o seu caso com profundidade e todo cuidado que você merece!

A colecistectomia videolaparoscópica é um procedimento minimamente invasivo, realizado com o auxílio de pequenas câmeras e instrumentos cirúrgicos. A cirurgia ocorre da seguinte forma:

  1. A anestesia é geral, com necessidade de intubação;

  2. São feitas pequenas incisões no abdome (4, de 5-10mm);

  3. Uma câmera transmite imagens para um monitor, permitindo ao cirurgião remover a vesícula;

  4. O procedimento geralmente dura 1h30;

  5. A recuperação é mais rápida do que em cirurgias tradicionais, com alta hospitalar no mesmo dia ou em 24 horas, caso não haja complicações.

A imagem mostra as incisões de uma colecistectomia via videolaparoscopia. São 4 feridas cirúrgicas, sendo 3 de 5 mm e 1 de 10 mm.

Apesar de segura, a cirurgia pode apresentar riscos, como qualquer outro procedimento.  No entanto, esses riscos são raros e, na maioria das vezes, controláveis com medidas médicas apropriadas.

Sim. Mas a internação em geral é curta, com a alta podendo ser realizada no mesmo dia da cirurgia ou no dia posterior, a depender da hora que a cirurgia foi feita e do quão difícil foi.

Quanto ao retorno ao trabalho, em geral nós pedimos 14 dias de afastamento laboral, mas isso pode ser aumentado ou diminuído conforme a necessidade médica de cada paciente (por exemplo, pessoas que trabalham levantando muito peso podem precisar mais tempo de afastamento, enquanto trabalhadores de "home-office" podem retornar mais rápido).

Sim! A maioria dos pacientes, inclusive, não terão nenhuma sequela dessa retirada. 

Contudo, alguns pacientes podem ter algum grau de intolerância à alimentos gordurosos no pós-operatório. Na maioria dos casos, isso melhora com o tempo.

Uma quantidade menor dos pacientes pode desenvolver diarreia, mas esse evento não é comum.

Os valores da cirurgia dependem:

  1. Se a cirurgia será totalmente coberta pelo convênio;

  2. Se a cirurgia terá cobertura parcial pelo convênio, com os honorários de equipe médica a serem pagos por via particular;

  3. Se a cirurgia será inteiramente particular.

Alguns convênios não cobrem todo o processo cirúrgico, e isso depende do plano utilizado e dos privilégios inclusos. É interessante checar com o convênio o que é incluso.

Para a cirurgia particular, o valor deve incluir:

  1. Equipe médica (1 cirurgião, 1 cirurgião-auxiliar, 1 auxiliar de mesa cirúrgica);

  2. Equipe anestésica

  3. Material cirúrgico

  4. Reserva da sala cirúrgica e da equipe de sala cirúrgica (e.g.: enfermeiro "circulante")

  5. Custos da internação

Os valores listados de 2 - 5 dependem do hospital escolhido para a realização da cirurgia. Hospitais como o Sírio Libanês, por exemplo, cobram valores maiores, porém possuem estrutura hospitalar mais confortável.

Para a equipe de Dra. Sterphany Ohana, a equipe médica (1 cirurgião, 1 cirurgião-auxiliar, 1 auxiliar de mesa cirúrgica) custa R$ 6.000,00.

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